O Corneteiro e o Beach Park

Caros Colegas,

Esse não é um Blog pessoal, mas acho que o meu depoimento vai servir para alguma coisa…
Ontem, domingão, acordei cedo e olhei para o teto. De início aqueles alívio de “ah, hoje é domingo…”. 🙂

Daí, comecei a pensar no tanto que coisa que eu tinha que fazer, preparar, estudar… 🙁
Já tinha passado a semana toda correndo e agora também no domingo? Bateu o deseperero!

Eu já nem queria mais sair da cama com medo do que me esperava, desânimo total.
Ai, eu pensei:
não pode ser asssim! Não posso desanimar!
Se eu não vou estudar, pelo menos, não vou ficar sofrendo.
Existia uma expressão na época da FAB que, em momentos de desespero, o oficial devia “charmar o corneteiro e manda ele tocar o Foda-se!“.
Foi o que eu fiz, liguei para um amigo, acordei a mulher e fomos tomar aquele café da manhã “amansa onça” nas tapioqueiras.

Não satisfeito, ainda fomos à Praia do Beach Park tomar umas (só umas…), comer caranguejo e jogar conversa fora.

Na volta, ainda comprei umas cajás para o meu deguste.

Quando cheguei em casa, vocês acham que eu fui bodar? Negatov!  Tava com uma sensação de descarrego, mente limpa.

Fui, na verdade, tomar um banho e ainda produzi até começar o fantástico.

Moral da estória, se é que realmente existe uma, não somos máquinas. E mesmo as máquinas, quando forçamos demais, quebram.
Temos que chegar no dia da prova inteiros, senão não adianta nada todo esse esforço.

Bons estudos

WC

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Walter Cunha

O professor Walter Cunha é pós-graduado em Gerência de Projetos pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e Engenheiro Eletrônico pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica ( ITA).

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