Parte II CMMI

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2 Resultados

  1. Murilo Valadares disse:

    Não gostei. A autora explica de forma muito confusa, pois não utiliza
    objetividade. Também cometeu muitos erros de português (palavras erradas
    e falta de concordância nominal e verbal). Só porque o material é gratuito
    não precisa ser ruim. 🙁

    »crosslinked«

  2. Ebenézer disse:

    Helen,
    Entendi mal ou há uma contradição entre os parágrafos reproduzidos abaixo:
    1) CONSTELAÇÃO –dentro da constelação: várias disciplinas dentro do modelo (SW-engenharia de software, SE-Engenharia de Sistemas, SS-gestão de fornecedores, IPPD-desenvolvimento integrado de produtos e processos)–> se destrobram em áres de processo e vinculadas a cada área de processo –> Metas específicas e por fim –> Práticas específicas ligadas a metas específicas. Relação sempre de 1-n.

    2)Em paralelo, na estrutura de Avaliação, temos os Níveis de Capacidade que será a parte de estrutura comun, estrutura conceitual do modelo, dentro desta estrutura temos a Defininção de metas genéricas: Cada nível de capacidade tem a sua (relação 1 – 1), que será decomposto em Práticas Genéricas. Da mesma forma cada meta genérica pode se desdobrar em uma ou mais práticas genéricas. (Relação 1-N)
    Lembrando que:
    • Metas especíicas cada área de processo tem a sua.
    • Metas genéricas cada nível de capacidade tem a sua.
    —–
    A contradição a que refiro é que no primeiro parágrafo você diz que a relação é sempre 1-N, mas no final do segundo parágrafo diz que “Metas especíicas cada área de processo tem a sua”. Não deveria ser “Metas especíicas cada área de processo tem as suas”?. Isto me soou como contradição pois no caso de nível de capacidade sim, cada um tem a sua meta genérica (relação 1-1), mas isto não é verdade para áreas de processo em relação às suas metas específicas (relação 1-n).
     

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