Perfil das Bancas Examinadoras

Um ótimo artigo que traça um raio-x do estilo de cada banca examinadora.

Uma das vantagens de ter conhecimento prévio acerca do estilo de prova de cada organizadora é poder estar preparado para o que aquele exame vai exigir do candidato, como nível de atenção às leituras, preparo mental e até se é possível “chutar” ou não. “Ele ganha uma probabilidade maior de êxito nas respostas, porque já se prepara em função do estilo das perguntas que costumam ser feitas, levando em conta as características das questões. Ter esse conhecimento é algo essencial para facilitar a aprovação do candidato”, atesta o professor de Direito Administrativo e Constitucional do Espaço Jurídico, Manoel Erhardt.

Cada organizadora tem uma espécie de rótulo, dado por quem entende do assunto: os concurseiros de carteirinha. “Entre eles, comenta-se que o Cespe é a organizadora que tem provas mais difíceis e rebuscadas. Já a FCC tem questões mais fáceis e diretas, o que exige que o candidato acerte quase a totalidade da prova para ficar numa boa colocação”, ressalta Manoel Erhardt. A Esaf é conhecida por ser um meio termo entre o nível do Cespe e da FCC, mas igualmente desafiadora para os que querem seguir a carreira fiscal. “Ela é considerada uma das mais difíceis. Mas, para o concurseiro, quanto mais difícil melhor, porque privilegia os que estão preparados de verdade”, analisa a coordenadora pedagógica do Núcleo de Concursos Especial (Nuce), Marcela Alves.

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Bons Estudos

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