Entrevista com o blogueiro

Olá a todos.

Tenho grande satisfação em participar deste site, que o outro Wal – o Walter – me convidou a ser colaborador. O feedback dos colegas também tem sido inspirador e agradável. Segue um post meio utilidade-pública, se é que pode ser chamado assim. Outros questionamentos podem ser colocados nos comentários mas, se forem feitos no meu blog, receberei um aviso e, por isso, pode ser que responda mais rápido.

Post original: Entrevista com o blogueiro – 2

Não deve existir conflito entre fé & estudos, entre a Cruz e a espada

Começando a responder um colega e brother, sobre a dicotomia fé x estudos.

1 – Em qual concurso e área você está trabalhando hoje?

R.: Aprovado na CGU conta como é ser um AFC

2 – Quanto tempo levou, num total de estudos, para chegar até esse cargo?

R.: Essa pergunta não é fácil de ser respondida, mas vou tentar.

Na década de 90, no século passado =o), estudei até meados de 94, se a memória não me trai. Então, depois disso, parei no tempo e no espaço.

A produção de “Concurseiro – o retorno” foi iniciada no fim de 2004, dias depois de ter casado. Na verdade, estudei de janeiro a fevereiro de 2005. Esse primeiro episódio não teve a audiência desejada, apesar de quase ter ficado entre as vagas. O desânimo bateu forte (leia mais em Uma reflexão antes de desistir) e o ânimo só retornou no fim de 2005, para retomar em janeiro de 2006. A partir daí, tirando os intervalos entre um concurso e outro, tirei direto até chegar à CGU, em março de 2008.

Então, em números aproximados, uns 2 anos, intercalando períodos de estudo com descanso.

3 – Quais os concursos que passou anteriormente (se lembrar a classificação, melhor ainda, só pra ter uma idéia)? Chegou a tomar posse em algum deles?

R.: Vou contar apenas as aprovações a partir de 2005, que foi quando as filmagens de “Concurseiro – o retorno” começaram:

  • TRE/MT2005 – 119º (60 vagas), fui convocado em 2007, mas declinei;
  • DNIT/2006 – 2º (3 vagas), assumi em agosto de 2006, ficando até ir para a CGU, em fins de 2008;
  • SAD-MT/2006 – 3º (25 vagas), fui convocado, mas declinei porque estava no DNIT;
  • AGU-Admin/2006 – 4º (3 vagas), fui convocado em 2007 (acho), mas não quis sair do DNIT;
  • TRF1/2006 – 5º (cad. reserva), seria convocado agora em 2010, mas não quis sair da CGU =o);
  • MPU-MT/2007 – 1º MT / 5º Brasil (cad. reserva), não fui convocado;
  • TRTMT/2007 – 31º (cad. reserva), foi bom para baixar a crista e colocar os pés no chão;
  • CGU-DI/2008 – 3º (6 vagas), assumi em outubro de 2008.

4 – Você diz que parou de trabalhar pra estudar pra concursos. O que te motivou a sair do trabalho onde estava para estudar? Não dava pra conciliar trabalho e estudos? O que fazia antes de começar a estudar para concursos?

R.: No trabalho onde eu estava não dava para conciliar trabalho e estudo, pelo menos eu julguei que não, naquelas condições da época. Como o concurso era em menos de 3 meses, era necessária dedicação total, por isso resolvi sair. O fato de estar casando nesse meio tempo foi mero detalhe… risos, mas também motivo para querer algo mais, de alçar voos mais altos. Enfim, sair do marasmo e do comodismo.

Todavia, quando estava no DNIT, consegui conciliar trabalho x estudo: estudava antes (acordava bem cedo, 5h30) , durante (na hora do almoço, 1h para almoçar e 1h para estudar) e depois do trabalho (ao chegar em casa, até 23h). Era puxado, o cansaço pesou após uns 3 meses, principalmente quando entrou o horário de verão, que fez o acordar mais cedo tornar-se um verdadeiro sacrifício que testou minhas convicções e limites…

Valeu a pena? Sinceramente? Foi duro, complicado, não foi nada fácil… mas, valeu sim.

Em outro post, continuaremos com as perguntas restantes, aqui no Desafiando Limites.

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wallysou

ex-concurseiro =o)

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