Eu já não sou o mesmo de antes…

tem certas mudanças que são definitivas

Esses dias escrevi um post em meu blog com esse mesmo título, e já falo mais sobre ele, porque quero contar uma experiência que aconteceu comigo e me ensinou muito. Tem a ver com concursos e tem a ver com maturidade, coisas que, com o tempo, vão se tornando companheiras inseparáveis.

Quando comecei a estudar para valer visando concursos públicos, e recebi muita ajuda de pessoas que foram essenciais nos resultados que obtive, eu pensava que o mundo dos concursos era um conto de fadas colorido, onde as provas eram doces e as bancas recheadas de mel.

Até o dia em que encontrei um rapaz no cursinho onde estudava.
Como ele tinha a mesma formação que eu (Administração), perguntei se ele tinha feito o concurso para o qual eu tinha passado (DNIT). Ele desdenhou, falou que não fazia “concursos de baixo escalão“, que o objetivo dele era a RECEITA (enchou a boca para falar “receita”) e concursos desse nível. Eu achei a esnobação uma coisa estranha, diferente daquele mundo ilusório que eu pensava que existia no âmbito concurseiro.

Passou. Afinal, o cara disse que não queria esses concursos “meia-boca”, eu acreditei, ia duvidar por quê? Eu, como não tinha pedigree, era vira-lata mesmo, fazia o que aparecia pela frente. Então, no fim de 2006, surgiu o concurso para administrador na AGU (Advocacia-geral da União). Inscrevi-me, não estudei como deveria, pois meu alvo, naquela época, era o TRF-1 (para o qual declinei, recentemente, de ser nomeado). Mesmo assim, ainda fui classificado, graças a uma preparação direcionada aos tópicos principais, nos últimos 15 dias, em 4º lugar. Eram 3 vagas.

Mas, por que estou dizendo isso? Por que lá, no colégio onde fiz a prova, quem eu encontro nos corredores? O dito cujo da RECEITA! Fui até ele, cumprimentei e perguntei se ele havia mudado de opinião e tal. Sabe o que ouvi? A mesma esnobe desculpa ridícula de antes. Já ouviu falar de concurseiro-galinha? Não, pois saiba que, naquele exato momento, me transformei em um: #choquei.

Sabe aquela decepção de ver na cara-dura que o indivíduo estava mentindo, que estava sendo desonesto até com ele mesmo, e nem tchum pra ninguém? Pois é… pois foi, só sei que foi assim, desse jeito.

A partir daquele dia, descobri que não existia mundo colorido nos concursos e, que se alguém puder, vai tirar seu couro sorrindo e achando graça. Fiquei esperto. Filtrei minhas amizades, coloquei um cabresto na boca e só abria para dar um relincho se a piada fosse boa, senão, boca de siri, ou de jumento, como preferir.

Agora, voltando ao post que escrevi, o

Eu já não sou mais o mesmo de antes…

calam, calma… não vai clicando ainda, nem expliquei direito, fio. Oxente! Güenta aí, não vai tirar o pai da forca! Bom, mas se é concurseiro, vai tirar é o próprio pescoço da guilhotina… risos

Então, mas o que quero deixar de lição para você? É que muitos se acovardam em não procurar se aperfeiçoar com as pancadas da vida, e deixam de obter grandes melhoras em sua vida pessoal, profissional, familiar, etc. No post eu tento demonstrar que você deve encarar as provas da vida de forma diferente: oportunidades de crescimento e maturação.

Pronto, agora pode clicar, mas, antes, saiba que:

  1. é um post de motivação, só isso, não tem dicas para concursos;
  2. a temática é cristã, para não ficar enganado, ok?
  3. a poesia corre solta, com ilustrações à lá vontê.

Bom proveito, se não conseguir resistir à tentação do clique… risos

Ah, se você gostar desse, e morar em Brasília, vai gostar, provavelmente, deste aqui também:

Penduraram uma placa em meu pescoço: Cuidado, Em obras!

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wallysou

ex-concurseiro =o)

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