Terceirização e Concursos

Alessandra Lima

Formada em Ciências da Computação pela Universidade de Brasília, atualmente é Analista em Tecnologia da Informação do MP (ATI/MPOG), em exercício no Ministério do Meio Ambiente (MMA). Foi analista de sistemas no Serpro (entrou como concursada em 1996) durante 3 anos, e no PNUD (Programa das Naçôes Unidas para o Desenvolvimento) durante 7 anos. Trabalhou com diversas linguagens, dentre elas VB, ASP e ABAP, e na customização dos módulos MM e PS do R/3 SAP. Outros concursos (2010) Dataprev - Auditoria em TI - 1o lugar Serpro - Negócios em TI - 20o lugar Artigo Publicado Pontos a serem Considerados na Estratégia de Implantação de ERP

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2 Resultados

  1. Walter Cunha disse:

    @Terezinha: eu concordo com a Alessandra e essa é o posição dos Órgão de Controle, principalmente da SLTI/MPOG e da SEFTI/TCU. Hoje em dia, existe muito maniqueísmo em torno do assunto. A ferro e fogo, só existem três hipóteses nas quais a terceirização não deve (não pode) ser adotada: segurança nacional, falta de interesse/incapacidade da iniciativa privada em conjunto com manifesto interesse público e exclusiva competência funcional. Fora isso, a regra é Terceirizar a EXECUÇÃO. Lembrando que as atividades de Gestão não são terceirizáveis. Isso já é ponto pacífico. 🙂

  2. Terezinha disse:

    Alessandra,
    eu acredito que a terceirização esteja no caminho contrário.
    A lei que você cita no início é 1967, quando TI não era nem área propriamente dita.
    O decreto seguinte, de 1997, bem na época de sucateamento do serviço, um período em que se queria tercerizar tudo.
    Com a evolução dos serviços, a TI cada vez deixa de ser área meio e passa ser área fim. O analista de TI devem sim ser analista de negócio como qualquer outro funcionário “da casa”.
    Nos casos que você defende terceirização, como manutenção de servidores, também não de acho que deveria ser aplicado. Afinal os servidores são uma das áreas mais sensíveis para 27001, 27002, etc ainda são novas. Existe um documento da TCU (me ajude aí Walter), não tenho link agora, que faz menção justamente na diminuição da terceirização.

    Por isso acredito que  terceirização para informática deve diminuir.  Provavelmente modelos como SERPRO e outros órgão públicos específicos para suprirem os entes em sua necessidades tecnológicas deverião ser os modelos.

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