Mínimo Esforço x Máximo Retorno

Walter Cunha

O professor Walter Cunha é pós-graduado em Gerência de Projetos pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e Engenheiro Eletrônico pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica ( ITA).

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5 Resultados

  1. Hamilton Pitanga disse:

    O final diz tudo: “O importante para mim é escolher uma de forma consciente e sustentável.” Ou seja, você pode, sim, chegar ao Senado. Mas vá devagar, “apreciando a paisagem à sua volta”…

  2. Carla Rodrigues disse:

    Olá Walter,
    Gostei da sua abordagem. Como você mesmo disse, as duas estratégias podem ser combinadas, creio que isso tenha a ver com o nível em que o concurseiro se julga estar.
    No início, quando a gente está começando a estudar para concurso fica mais fácil adotar a estratégia do mínimo esforço, mas depois alguns anos você passa a perceber que a estratégia do máximo retorno é mais interessante. Claro, que tem que ter um limite, eu tento não criar expectativas muito grandes, afinal, eu não teria condições e pique para chegar ao concurso do Senado, por exemplo. Mas, hoje, diferentemente de dois anos atrás, não julgo mais impossível batalhar por uma vaga no BNDES, que é um concurso top e que julgo que valha a pena lutar para passar. A pessoa só tem que decidir até quando está disposta a persistir. Há pessoas que conseguem persistir durante 6,7,8,10 anos até alcançar o concurso dos sonhos. Não sei se eu seria capaz de continuar nesse ritmo sem vida social por tanto tempo. Meu limite é menor do que isso, 5 anos estaria de bom tamanho. A vida passa, as pessoas que amamos não são eternas, e é preciso saber balancear e identificar até quando vale a pena abdicar de tudo para alcançar um objetivo. Sem, contudo, ficar com aquele sentimento de culpa e frustração causado pela eterna dúvida do ‘e se eu tivesse persistido mais um pouco?’. Enfim, uma decisão difícil de ser tomada. Cada um sabe onde o calo aperta…

  3. Carla disse:

    Pois é, Walter. Depende de cada um. As duas táticas são muito aproveitadas, dependendo do tempo que cada um demanda para suas atividades de estudo. No meu caso, que ainda não passei em concurso algum, quer dizer, nunca fui chamada para assumir, adoto a primeira tática. Temos que partir do princípio que devemos estudar algo que já sabemos e continuar a adquirir novos conhecimentos. A segunda tática, serve para quem demanda mais tempo e já possui um trabalho concursado. Adorei as duas!

  4. Márcio disse:

    Olá Walter!
    Muito interessante o seu texto. Discordo da tese “todo mundo pode tudo”. Não tem nada haver com a capacidade das pessoas. No entanto, temos que saber em qual nível estamos. Hoje sou técnico de TI do MPU. Estou voltando a ser um concurseiro. Porém, no meu caso em particular, a rotina de estudo precisa ser uma coisa naturalmente implementada no dia a dia.

    Abraços

    Márcio

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